A educação do MST (quem puder ler a matéria na veja, o faça)
Sabe os internatos dos radicais islâmicos que ensinam para suas crianças, além de religião,a fazer todas as barbáries que, lamentavelmente, somos obrigados a presenciar? Então, uma matéria da Veja desta semana mostrou que há uma versão tupiniquim. Só que, ao invés de bombas presas ao corpo, nossos pequenos revolucionários usarão foice e facão e os “porcos infiéis” alvo do ódio, somos nós. Essa é a educação dada as crianças sem-tera, ou, sem-terrinhas, como são chamados.
Há cerca de 1.800 escolas instaladas nos acampamentos do MST Brasil a fora, das quais 1.000 são consideradas públicas, ou seja, os professores são pagos com o dinheiro do contribuinte. Até aí, “tudo bem”. Mas eles têm um ensino totalmente diferente das escolas comuns, as crianças são instruídas desde a não consumir margarina(“margarina é à base de soja, que pode ser transgênica, que é ve-ne-no”) até a odiar os grandes proprietários de terra, responsáveis por sua pobreza e os burgueses (nós) que não se preocupam com eles.
Muitos dos professores não têm o Magistério, que é obrigatório para se poder lecionar, alguns não tem sequer a oitava série. Mas isso não tem lá tanta importância, pois nessas escolas o principal é “o compromisso de desenvolver uma consciência de classe e consciência revolucionária”, não importando se os alunos saibam escrever direito, tenham uma leve noção de matemática ou de outras matérias. Para ser professor em uma dessas escolas é fundamental que se tenha alguma ligação com o acampamento, os profissionais de fora(esses sim formados e capacitados) que tentam exercer seu trabalho dentro dos acampamentos, vêem sua vida transformada em um verdadeiro inferno.
No RS, o governo diz que não pode fazer nada, porque herdou um grande número de “professores” do governo anterior, por coincidência do PT, que pode ter feito vista grossa para contratações dos professores mal preparados. Não preparados, melhor dizendo.
Resumindo, embora sejam públicas, o poder público não exerce nenhuma influência sobre essas instituições. De acordo com a Veja, o Ministério da educação não tem um número exato de quantas elas sejam e nem mesmo tem conhecimento da localização. Tem a obrigação de bancar esse ensino tão peculiar, mas não pode se meter.
Essas ‘instituições” educacionais ainda têm um calendário de comemorações próprio, onde são celebrados a morte de Che Guevara, a Revolução chinesa, O dia da “independência”(assim escrito por eles), foi transformado no dia dos excluídos e outras datas particulares.
Fiquei imaginando, eu ,que estudei em escola particular, fui, desde a quinta série educada cuidadosamente para ter certos pensamentos políticos e, no Nível Médio, no CEFET, essa influência ficou cada vez menos sutil. Prova disso é que uma maioria dos jovens votou em Lula e em outros governantes petistas. Imagina a educação radical que essas crianças tem.
Acredito que a prioridade de uma escola deva ser desenvolver o raciocínio critico. Os “sem-terrinhas” são educados com o pensamento Marxista, que o mundo já teve provas cabais que não funciona, e desenvolvem o pensamento padrão e são privadas do direito de ter opinião própria. Ensinar que há desigualdades gritantes no Brasil e que não podemos ficar passíveis diante delas é uma atitude correta, mas da maneira que eles fazem é um absurdo.
Esse movimento educa suas crianças para o ódio, como se o que temos no mundo já não bastasse. Eles, que defendem tanto a igualdade social, negam a essas crianças o direito da escolha, educando-as unicamente para dar continuidade ao movimento. Mas e se uma delas quiser ser outra coisa? Simplesmente não vai poder, pois embora tenha aprendido a lutar por um ideal imposto, não lhe foi ensinado a sonhar ou o significado da palavra liberdade.Ela será o que foi moldada para ser e não o que gostaria.
Escrito por Luna às 13h52
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vitimas do terror...
Esse post vem com algum tempo de atraso. Há cerca de duas semanas, nosso país, mais uma vez,ficou chocado com cenas de violência. O alvo da vez foram moradores de rua da cidade de São Paulo e, logo depois, um morador de Jaboatão.
Essas pessoas, que diariamente passam desapercebidas, por nós, e pelo governo, provavelmente por não pagaram impostos e renderem impostos, afinal, é pra isso que servimos.Mas hoje os desabrigados são alvo de atenção e cuidado.Não falta vaga nos albergues e o policiamento da Praça da Sé, onde muitos deles costumam passar a noite, é mais do que o dobro. Por enquanto. Quando a poeira baixar, tudo vai voltar a ser como antes e eles voltarão a ser apenas sombras, pessoas sem rosto que deixam a cidade feia.
Enquanto isso os políticos tiram vantagem da situação. A oposição usando o fato contra a Marta e ela rebatendo dizendo que isso é culpa do estado e ainda desfilando na passeata ajudando a carregar uma cruz.
Acho estranho como certas pessoas tem facilidade de achar um lado positivo nas desgraças dos outros, logo conseguindo tirar vantagem da situação. Enquanto os políticos daqui esbravejam uns contra os outros, Bush tira proveito de uma tragédia de proporções muito maiores, que foi a da Rússia(assunto que não pretendo comentar), querendo mostrar ao mundo que ele era o dono da verdade na sua guerra contra o terror. Desgraças são muito convenientes para alguns governantes, aparecendo na hora exata para enriquecer e fortalecer um discurso fraco e repetitivo.
Que continuemos chorando por nossos mortos, sejam eles mendigos sem rostos ou crianças, ambos vitimas do terror.
Escrito por Luna às 17h21
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